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Léo Santos

Léo Santos

NOME

Léo Santos

APELIDO

-

DATA DE NASCIMENTO

5 de Fevereiro de 1980

LOCAL DE NASCIMENTO

Rio de Janeiro

PAÍS

Brasil

PESO

83,9 kg

ALTURA

1,82 m

CATEGORIA

Peso Médio

MODALIDADE

Jiu Jitsu Brasileiro.

EQUIPE

Nova União

GRADUAÇÃO

Faixa preta em Jiu Jitsu Brasileiro.

Biografia

Leo Santos começou sua carreira no MMA com um teste de fogo. Após construir um nome para si no jiu-jitsu, recebeu um convite que não conseguiu recusar: uma luta de MMA no Japão. O detalhe, contudo, era que Leo teria apenas 21 dias para se preparar. E a luta era contra ninguém menos que o atual lutador do UFC e último campeão peso leve do PRIDE, Takanori Gomi. Leo, que “nunca havia dado um soco na vida”, sentiu-se atraído pela ideia de lutar no Japão – afinal, além de tudo era fã da herança oriental e ícones como Bruce Lee – e topou. “Fui treinar e apanhei que nem cão por 15 dias”, brinca o extrovertido Leo. “No final do primeiro dia de treino, fiquei estirado olhando para o teto pensando ‘o que eu estou fazendo da vida?’”.

O carioca sequer sabia de quem se tratava Takanori Gomi, o “Fireball Kid”, quando aceitou a luta - originalmente oferecida para um colega seu. Quem sugeriu o nome de Leo como substituto foi Dedé Pederneiras, líder da Nova União – lar de, além de Leo, do campeão peso pena do UFC José Aldo e o campeão peso galo Renan Barão. Chegando lá, Leo viu se tratar de um oponente perigoso, mas não se intimidou: após falhar em sua estratégia básica de “jab + queda”, saiu para a batalha franca. Perdeu por decisão, mas foi parabenizado por lutar os três rounds, derrubar e ainda chegar às costas do rival. Foi aí que Leo pensou que, de fato, poderia ter futuro no MMA.

Apesar da empolgação na nova modalidade, Leo não achava lutas, e por isso acabou voltando para o jiu-jitsu, sua arte marcial de origem e na qual tem um dos mais impressionantes currículos no Brasil. Ele começou a arte suave cedo, quando as pessoas ainda perguntavam do que se tratava. “É igual ao judô, mas pode continuar no chão”, explicava na época. Começou a competir aos 12, e aos 15 já era campeão mundial na faixa azul, tornando-se o lutador mais novo a conseguir o feito. Tem vários títulos mundiais pela CBJJ e CBJJO, e protagonizou uma importante e polêmica luta contra Royler Gracie em 2003. Apesar de ter perdido, foi considerado vencedor por muitos, e logo alcançou uma projeção considerável na arte suave.

Seu irmão, o também lutador Wagnney Fabiano, foi seu maior incentivador. Foi ele que apostou em Leo e decidiu “patrociná-lo” por um ano para que pudesse perseguir o sonho de ser lutador. “Em um ano, minha vida se transformou”, lembra Leo. “Fui eleito número 1 dos leves no mundo, ninguém mais me segurou. Consegui me manter e alcançar meus sonhos”. Seu irmão também o inspirou em um dos pontos altos de sua carreira. Em 2005, no ADCC, Leo derrotou o campeão meio-médio do UFC Georges St-Pierre com um armlock voador: golpe que havia visto Wagnney aplicando com sucesso pouco antes.

Por pouco, contudo, outro esporte não “roubou” Leo: o futebol. Aos 15 anos, mesmo ano em que foi campeão mundial de jiu-jitsu, ele foi selecionado em uma peneira do Botafogo. Contudo, curtindo o glamour do jiu-jitsu – “eu ganhei fama, as meninas iam em cima, não ia largar nem sonhando”- brinca. Optou por seguir na luta, com o objetivo de ser o número 1 do jiu-jitsu.
Agora, Léo Santos quer ser o número 1 do UFC.

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